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FIB em debate no Brasil
Entre 20 e 23 de novembro, Foz do Iguaçu (Paraná) foi a sede das discussões da 5ª Conferência Internacional sobre Felicidade Interna Bruta. Com cerca de 700 participantes, o evento contou com a presença do primeiro-ministro do Butão, Jigmi Thinley, e de representantes de governos, empresas, ONGs e especialistas para mostrar que o tema ganha espaço em todos os tipos de organização e nos setores da sociedade.
O FIB é um conjunto de 72 indicadores de bem-estar social agrupados em nove princípios: bem-estar psicológico, bom uso do tempo, vitalidade da comunidade, cultura, saúde, educação, diversidade do meio ambiente, padrão de vida e governança. “Desde 1998, quando as Nações Unidas nos pediram para compartilhar com o mundo a metodologia que vínhamos desenvolvendo desde os anos de 1970, pudemos perceber que a ideia de que os governos devem garantir as condições para que seus cidadãos sejam felizes está se expandindo”, afirmou Jigmi Thinley.
Realizada pela primeira vez na América Latina, a conferência foi organizada pelo Instituto Visão Futuro. Foram apresentadas diversas iniciativas do Brasil, Polônia, Tailândia, Índia, Japão, Estados Unidos e Nova Zelândia sobre o modo de pensar FIB. Mas as experiências de adoção do conceito abordadas foram as do governo do Canadá, da Prefeitura de Itapetininga (SP), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e da Natura, que promoveu o ENDOFIB por iniciativa de sua área Gestão de Relacionamento em RH.
“Com a busca incessante pelo incremento do PIB, ficou demonstrado que o crescimento econômico não pode ser sustentado. Que desenvolvimento existe quando não há mais florestas e quando a água e o ar estão contaminados?”, questionou Thinley. “Por isso, não temos alternativa a não ser buscar outro caminho. Não queremos dizer que o FIB é o melhor ou o único caminho, mas indica que é importante que a sociedade discuta novos parâmetros de desenvolvimento”.
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IH On-line ganha novas funcionalidades
Para os clientes individuais e corporativos da Icatu Hartford, ficou mais fácil gerenciar seus planos de previdência pela internet. O IH On-line criou ferramentas que simulam o cálculo do valor líquido para resgate e a alíquota incidente de Imposto de Renda (IR) sobre o saldo acumulado. Com as novas funcionalidades, o cliente não precisará mais fazer contas para saber os valores dos impostos a serem tributados em sua reserva.
Por exemplo, quem optou pela Tabela Regressiva do IR (cuja tributação varia conforme o tempo da aplicação) poderá conferir o valor do imposto a ser cobrado sobre seu saldo ao longo do tempo. Assim, será possível planejar melhor para pagar o mínimo de IR, além de verificar o valor final que será recebido.
Para ter acesso às ferramentas, basta entrar no site da Icatu Hartford, clicar em IH On-line e digitar login e senha. Para resgates, deve-se escolher a opção “Solicitações”, no menu de ferramentas. Já para ver a estimativa de IR sobre o saldo acumulado, é preciso consultar "Reserva sob o Regime Regressivo de Tributação", na tela inicial. É importante lembrar que a Tabela Regressiva, em vigor desde 2005, prevê seis faixas de alíquotas decrescentes que incidem sobre o investimento conforme o prazo de acumulação de cada contribuição e aporte.
Consulte agora: IH On-line.
Saiba mais sobre a tributação do IR em previdência complementar.
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O lado (super) esquisito da economia
O que faz um livro tornar-se fenômeno de vendas? Não se espante se a dupla Steven Levitt e Stephen Dubner, autores do best-seller Freakonomics, chegar a conclusões nada prosaicas – como, aliás, são as respostas encontradas no recém-lançado SuperFreakonomics (editora Campus). Assim como no livro original, sua continuação desafia o senso comum ao unir a esquisitice (freak) com a economia (economics).
Primeira revelação freak: os engarrafamentos de cavalos e diligências em Nova York eram mais prejudiciais à cidade que os inconvenientes causados hoje pelos automóveis. Havia mais vítimas de trânsito na era das diligências do que hoje. E – que desagradável – pilhas e pilhas de esterco fedorento se acumulavam nos becos e nas ruas.
Da mesma forma, os autores mostram que não há por que odiar os tubarões: os temidos peixes matam, em média, seis pessoas por ano. Bem mais que os 200 mortos por elefantes no mesmo período.
Há, no entanto, trechos em que a dupla corrobora teses originadas do senso comum. A TV estimula a criminalidade? Sim. Estatísticas mostram um impacto significativo no aumento de roubos nas cidades americanas aonde os aparelhos de televisão chegaram primeiro, na década de 40.
Amor ao próximo
Velhinhos mais ricos são os mais visitados em asilos. SuperFreakonomics mostra que a competição pela herança é a explicação para o fenômeno: as visitas são menos frequentes no caso de idosos ricos com apenas um filho, se comparadas com as dos que têm, no mínimo, dois herdeiros.
Guerra
Nos anos 80, quando os EUA não participavam de nenhum grande conflito, morreram mais militares americanos – 2.100, durante treinamentos – que no período de 2002 a 2008, com as guerras no Afeganistão e no Iraque.
Acidentes
Dirigir bêbado é um perigo, mas o risco de o motorista embriagado morrer é oito vezes maior se ele resolver voltar para casa a pé, pois viraria alvo fácil para atropelamentos.
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